Um senhor de 79 anos, hipertenso e diabético, convivia há muitos anos com uma úlcera varicosa que insistia em cicatrizar e voltar. Era um ciclo desgastante. A ferida fechava por um período, depois reabria, trazendo dor, limitações e impacto direto na qualidade de vida.
Por conta da idade avançada e das doenças associadas, ele não era um bom candidato à cirurgia convencional. Isso fez com que, por muito tempo, o tratamento se resumisse a curativos e cuidados locais, sem resolver a causa do problema.
Quando chegou ao consultório, realizamos uma avaliação cuidadosa, com exames vasculares que mostraram claramente a origem da úlcera: uma insuficiência venosa que precisava ser tratada de forma direcionada, segura e minimamente invasiva.
Diante desse cenário, a opção mais adequada foi a microespuma ecoguiada.
O procedimento foi realizado em uma única sessão, de forma precisa, guiada por ultrassom, sem cortes e com excelente tolerância. O objetivo não era apenas fechar a ferida, mas tratar a veia doente responsável pela úlcera.
Após três meses, o paciente retornou para reavaliação.


O resultado foi muito significativo: a úlcera estava cicatrizada, a pele recuperada e, principalmente, sem sinais de recidiva. Mais do que a melhora da ferida, houve uma clara evolução no conforto, na mobilidade e na confiança do paciente.
Esse caso mostra que, mesmo em pacientes idosos e com comorbidades, existem alternativas modernas, seguras e eficazes quando o diagnóstico é bem feito e o tratamento é individualizado.
Nem sempre é preciso operar. Em muitos casos, a tecnologia certa, aplicada com critério, muda completamente o desfecho.
Tratamento indicado e realizado pelo Dr. Euvaldo Jaqueto, com microespuma ecoguiada, respeitando as condições clínicas e as necessidades do paciente.

